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SEGURO AUTOMÓVEL - ROUBO E FURTO DE VEÍCULOS RIO GRANDE DO SUL
Seguros: Furto e roubo de carros cresce em 2007
O ano mal começou e os altos índices de furtos e roubos de carros já preocupam as Seguradoras e, principalmente, a comunidade. No mês de janeiro, 100 veículos foram levados, sendo que, destes, 53 em Porto Alegre, por exemplo, o que representa 79% dos casos.
De acordo com uma pesquisa feita pelas Seguradoras, a cada 100 apólices de seguro de automóveis vendidas ao mês, 1,3% dos carros são furtados ou roubados.
Outro índice que tem assustado as pessoas é de que do total das ocorrências, 70% dos casos são de roubos e 30% de furtos. As Seguradoras explicam que a diferença entre estes números vem crescendo por causa das tecnologias que dificultam para os ladrões furtar os veículos sem a presença do proprietário, como travas, alarmes, rastreadores, bloqueios, entre outros.
Elas alertam também que a maioria dos roubos é cometida em três situações: quando o motorista está saindo ou chegando à residência ou local de trabalho; por motoqueiros e quando o veículo é estacionado em lugares sem movimento.
Roubo de carro faz seguro custar 57% mais caro
Moradores da zona leste de São Paulo estão pagando até 57% mais caro pelo seguro dos carros por conta do alto índice de roubo de veículos na região. Na região dos Jardins, área nobre, o seguro é o mais barato da cidade. Apenas o Tatuapé concentra 5% dos casos de furtos e roubos de carros monitorados por satélite da Grande São Paulo. Na Rua Cantagalo, que fica no bairro, pelo menos um veículo é roubado ou furtado por dia.
Entre julho de 2005 e junho de 2006, a cada 100 veículos segurados na zona leste pela empresa, 4,5 foram roubados. Na zona norte, o índice é de 3,1 roubos para cada 100 veículos. A seguir estão as zonas sul, com 2,6%; a zona oeste, com 2,4%. No centro, local menos visado pelos ladrões, esse número cai para 2.
De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP), entre 2001 e 2006, o número de veículos roubados teve queda de 31,63%, mesmo com um aumento da frota de 17%, passando de 13,6 milhões para 16 milhões de carros. Mas por enquanto não houve redução nos preços em função disso. Na Indiana, segundo Martinez, em comparação com janeiro de 2006, o motorista paga em média 5% a menos
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